Após o trágico acidente envolvendo as embarcações Safira e Lipe Lara, que resultou em 14 feridos e na morte do empresário Gustavo Veloso, familiares de Rafael Tavares Brito, proprietário da lancha Safira, vieram a público para rebater as declarações da Agência Estadual de Regulação e Fiscalização do Transporte Intermunicipal de Passageiros da Bahia (Agerba).
De acordo com a Agerba, a Safira estaria operando sem a devida permissão para realizar o transporte intermunicipal de passageiros, além de não possuir autorização específica para fretamento ou atividades turísticas. A família, no entanto, nega veementemente essa versão.
Em entrevista ao Portal A TARDE, a filha de Rafael afirmou que o pai é um profissional experiente, com décadas de atuação no setor, e que a embarcação cumpre todos os requisitos legais.
“Meu pai trabalha com transporte marítimo há mais de 40 anos e realiza essa rota diariamente. Ele tem autorização da Astram, todos os documentos estão em ordem. Estamos tentando entender por que a Agerba divulgou uma informação que não condiz com a realidade”, declarou.
O corpo de Gustavo Veloso, que estava a bordo da lancha Safira no momento da colisão, foi sepultado ontem, na cidade de Valença.





